Olá pessoal, voltamos novamente com mais um capitulo do seu conto online favorito. Então vamos ao conto.
O roubo do sarcófago do Sol
Parte 8
- Largue sua espada, ou ela morre. – Disse o sujeito com a espada no pescoço de Lyli.
- Não dê ouvidos a ele Lilithy – Disse Lyli lutando para se soltar dos braços do ladrão.
- Quieta, ou terei que machucar seu lindo rostinho – disse ele com ironia – Vamos largue a espada ou quer que eu corte a cabeça de sua companheira? Adorarei fazer isso.
Sem ter alternativas, Lilithy soltou a espada no chão. O outro ladrão rapidamente a apegou e apontou para ela.
- Muito bom Sephiroth pena que temos que matá-las, elas são bem bonitinhas.
- Sim, é uma pena – Disse Sephiroth se preparando para matar Lyli.
Enquanto isso no rebocador, Ithala empunhando seu arco mirando em um dos vilões, com um disparo certeiro uma flecha cortou o céu e acertou a perna do que prendia Lyli. Aproveitando a distração, Lilithy esquiva-se da espada apontada para si, acertando um golpe e jogando seu inimigo ao chão.
- Tenho um Santo muito forte! – Disse ela já se colocando de pé.
Vendo seu companheiro incapacitado de andar devido à flechada, o outro sujeito saiu correndo em direção da floresta.
- Desculpe Sephiroth, a missão é mais importante que sua vida. – foi a ultima coisa que ele disse antes de sair correndo em direção da floresta.
- Penek e Mazzaropi corram atrás dele, não deixem que chegue à floresta, seja o que for que ele queira fazer com aquele amuleto não será nada de bom – falou Ithala indo em direção das Lilis.
- Podem ficar tranqüilas, vamos pegar aquele amuleto de volta – Gritou Penek.
- Vocês estão bem? – perguntou Ithala.
- Sim, obrigada você salvou nossas vidas. – Disse Lyli.
- Mas como nos encontrou aqui? – quis saber Lilithy
- Estávamos seguindo eles desde a ilha de Nikonos, eles roubaram um amuleto sagrado do Giga Cavaleiro. Mas e vocês, por que acabaram nessa situação?
- Sou Lilithy e ela se chama Lyli, estamos investigando o roubo do sarcófago da deusa Solaria.
Houve um espanto da parte de Ithala.
- Então são vocês as guerreiras escolhidas pelos pássaros. Me chamo Ithala, guardiã da ilha de Nikonos.
Elas fizeram um resumo da história. Aproveitando a conversa delas, o ladrão tenta se levantar para fugir.
- Onde você pensa que vai? – Perguntou Lilithy já o segurando.
- Temos algumas perguntas para fazer e você vai nos responder. – disse Ithala.
- Me deixe pensar, isso não vai rolar. – respondeu ele.
Ithala se aproximou dele, segurou na flecha que tinha atravessado sua perna e puxou um pouco fazendo com que ele gritasse de dor.
- Não disse que você tinha escolha, o que querem com aquele amuleto? – disse Ithala.
Com ódio no olhar ele respondeu.
- É um lindo presente para minha mãe.
Irritada com a resposta, Lilithy da um soco no rosto dele.
- Acho melhor você começar a colaborar. – disse Ithala apontando o arco para ele.
... ººoOoºº ...
- Mais rápido Penek, ou perderemos ele de vista. – Disse Mazzaropi
- Seria bom ter um arco, era só acertar uma flecha. – Disse Penek.
- Para de reclamar e corra mais rápido, ele já esta se aproximando da entrada da floresta antiga e logo conseguirá entrar.
- Afff... Agora estamos fritos como vamos encontrá-lo ai dentro. – Disse Mazzaropi parando em frente ao portão que dava para floresta.
- Vamos não podemos perder tempo aqui. – disse Penek puxando Mazzaropi para dentro da floresta.
... ººoOoºº ...
- Então vai nos responder? Estou ficando sem paciência. – Falou Ithala puxando a linha do arco.
- O que mesmo que você perguntou? – Disse em tom sarcástico.
Ithala soltou o dedo da flecha que voando em direção da cabeça dele acertou um centímetro longe de sua orelha direita.
- Dá próxima vez não irei errar. Diga-nos porque precisa do amuleto? – Disse Ithala apontando novamente o arco.
- Acha mesmo que tenho medo? – disse Sephiroth.
- Não tem medo? Veremos isso. Lyli pegue uma corda - Disse Lilithy pegando Sephiroth pela perna ferida e arrastando-o até a beira do mar.
- Corda? Para que? O que fará com ele? – Disse Lyli meio confusa.
Incomodado com o jeito de interrogação delas, o prefeito da Vila Aconchegante tenta intervir.
- Vocês não podem fazer isso! Como prefeito da Vila, não admito. Temos leis e regras, ele merece um julgamento justo. - Disse Edgar.
Sem pensar Lilithy libera um pouco a corda deixando-o submerso e se debatendo dentro da água, e lança um olhar de brava para o prefeito.
- Não temos tempo para um interrogatório justo, quanto mais tempo perdemos, mais perto do objetivo eles estarão. – Disse ithala irritada.
Levantando novamente, perguntam a ele o motivo da qual precisam do amuleto, e sem deixar tempo de responder jogam de volta na água. Vendo que não estavam brincando, e desesperado de dor, Sephiroth resolve contar.
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Será que ele realmente contará??
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Segunda que vem a história continua!
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